Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Há 15 anos, Ayrton Senna deixava as pistas

Em 1º de maio de 1994, a Tamburello mudou a história do automobilismo.

Por: Edson Alexandre Gurtat

A curva Tamburello do GP na Itália mudou não apenas a história do automobilismo mundial, mas marcou corações de inúmeros brasileiros que estavam vidrados na televisão, vendo naquela manhã de 1º de maio de 94, Ayrton Senna largar na pole position.
Antes do tradicional almoço de domingo, famílias esperavam por ouvir da voz de Galvão Bueno “Ayrton, Ayrton, Ayrton Senna do Brasil”. Mas aquela manhã foi diferente.

O Acidente fatal a 300km/h que encerrou a carreira de um dos maiores ícones do esporte brasileiro e do automobilismo em todos os tempos, comoveu multidões. Às nove horas e doze minutos, horário de Brasília, o carro de Senna bate com força no muro. O piloto mexeu a cabeça algumas vezes, mas não saiu do lugar. Vinte e um minutos depois da batida o piloto é levado de helicóptero para o Hospital Maggiore, de Bolonha.
O estado de saúde era gravíssimo e pouco depois das 14 horas no Brasil a televisão anuncia a tragédia, morreu Ayrton Senna da Silva.
15 anos depois Ayrton Senna ainda é considerado um herói para o país. O tricampeão mundial de Fórmula 1 (88,90 e 91) foi um exemplo de generosidade. Ele iniciou obras filantrópicas que deram origem ao Instituto Ayrton Senna, que já ajudou mais de 11 milhões de crianças e jovens.

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2009

ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO – Peter Cohen

ANALISE Por: Edson Alexandre Gurtat, Suellen Warmling e Waldinei Gili

O Nazismo utilizou mecanismos de valorização da arte e cultura para difundir o seu ideal para o mundo todo e conseguir o apoio do povo alemão.Utilizou a cultura como arma política. No filme Arquitetura da destruição , do diretor Peter Cohen, é relatada a forma de como a propaganda foi utilizada para convencer toda a população da Alemanha de que o ideal pregado por Adolf Hitler, era única e melhor maneira de tirar o país da situação em que estava.

Hitler era um amante da arte, não teve sucesso como pintor e sonhava em ser arquiteto. Fascinado pela ópera, Hitler admira Richard Wagner, que era artista e político, lhe chamava atenção à forma como o artista tratava em suas óperas, o ensino de como ser um porta-voz do povo, tanto que afirmou, que para entender o nazismo é necessário entender Wagner. Desde seus discursos, canções, símbolos, cenários em que o Fuhrer aparecia eram planejados, tudo para mostrar as pessoas a sua força, determinação e dar segurança a população de que aquele partido seria a salvação da Alemanha, o que chamamos de Guerra psicológica. Hitler foi o astro de toda essa encenação artística.
O ideal nazista era transformar a Alemanha em uma potência mundial e o seu povo em um símbolo de perfeição e beleza. Para isso utilizou-se da propaganda para purificar a raça alemã, a qual atacava os judeus partindo do princípio de que o nazismo iria oferecer saúde e limpeza aos trabalhadores, pois com isso superariam a luta de classes. Os judeus por acreditarem nessa luta e serem um povo de muitas tradições, passaram a ser vistos pela população alemã como uma raça “suja” e responsável pela miséria do país. Assim, acelerou-se o processo de extermínio dos judeus, Hitler autorizou a prática da eutanásia em crianças que nascessem defeituosas e em todos os judeus, tendo em vista que cerca de 45% dos médicos alemães eram do partido nazista. Classe de trabalhadores com o maior número de pessoas adeptas ao partido. Cujo quem fazia parte era a “nata” da sociedade, como relata o filme de Peter Cohen.
Os judeus eram falsamente diagnosticados com alguma doença, e então levados aos campos de concentração, onde morriam nas câmaras de gás ou com a prática da eutanásia. A família recebia depois de algum tempo um atestado de óbito falso, que apontava outra causa de morte. A lógica cultural empregada pelo nazismo foi aceita, o modelo de beleza hitleriano foi aclamado por toda a população e visto como o único modelo a ser seguido. Tudo que não fosse pertencente a “raça pura” deveria ser eliminado da sociedade, pois poderia passar isso aos seus descendentes.
Hitler expõe o povo judeu como uma bactéria que destrói a sociedade, tratando a cultura de forma biológica. Ou seja, Hitler era um homem extremamente preconceituoso, pois quando se naturaliza a cultura, é preconceito. Assim como vemos nos dias de hoje, generaliza-se o nordestino como sendo preguiçoso, é uma característica da natureza do ser, que na verdade, não diz nada sobre sua personalidade.
De acordo com Horton Cooley, a comunicação é o mecanismo pelo qual a sociedade se organiza. Pelo qual as relações humanas existem e se desenvolvem, e é feito de duas formas: o físico e psíquico. Esses mecanismos podem ser percebidos de uma forma bastante clara no nazismo. A forma de se comunicar nazista tinha como objetivo persuadir, passar um ideal, ou seja, utilizou-se o fator psíquico. O planejamento da construção de Berlim, que deveria ser extremamente grandiosa, previa a junção de Atenas, Esparta e Roma, com palácios e monumentos que passassem a idéia do poder do nazismo e de sua segurança. Tendo como inspiração monumentos e palácios de uma cultura que Hitler admirava, a cultura greco-romana, aí então se verifica a comunicação feita através do meio físico.
A Censura dos meios de comunicação foi um dos fatores que contribuíram muito para o sucesso da política Nazista. Desde que entrou ao poder, em 1933, o partido criou o Ministério da Propaganda e Ilustração do Povo ( sic), que ter um total controle da imprensa do país. Todos os veículos de comunicação de massa começaram, cada vez mais a serem utilizados para persuadir a população. Os redatores e profissionais ligados a imprensa eram escolhidos de acordo com sua fidelidade ao partido. Toda e qualquer informação sobre combates, política e dados do país primeiro deveriam passar pela avaliação nazista para depois serem ou não publicados. Assim só era veiculado o que interessava ao partido, fator que facilitou muito para a adesão da população pois ela só tinha acesso a informações favoráveis ao Fuhrer.
Hitler também criou a “Câmara da cultura”, que era uma organização dividida em várias câmaras designadas a literatura, teatro, rádio, imprensa, música, belas-artes e o cinema. O intuito era controlar qualquer produção cultural que fosse realizada no país, pois qualquer artista, qualquer produção deveria se aderir a uma dessas câmaras e como sempre, deveriam passar a mesma mensagem imposta pelo nazismo. Desde um vendedor de cartões postais até um jornalista, escritor ou cineasta, todos para poderem veicular suas criações, tinham que estar adeptos a uma dessas câmaras.
Para Laswell a propaganda é um dos instrumentos mais potentes do mundo moderno, e a mobilização dos homens e meios não é suficiente, é preciso a mobilização da opinião. É necessário ter poder sobre a opinião, assim como se tem poder sobre os bens , pois o perigo pelo abuso de poder é menor do que o perigo oferecido pela liberdade do povo. Essa ideologia é vista claramente no partido nazista, pois Hitler utilizou uma guerra ideológica, pregando conceitos e modelos a serem seguidos pela população. Uma propaganda que visava fazer com que as opiniões do povo fossem as mesmas do partido e esse, se tornaria um receptor passivo, pois a união de uma propaganda com um veículo de comunicação de massa, feita por especialistas no assunto, faz com que seus receptores tornem-se passivos e aceitam o que lhes é imposto.
O governo de Hitler é comparado com o governo leninista, ambos possuem uma propaganda efetiva para divulgar o seu ideal, porém a principal diferença entre os dois é que no nazismo, a força que impulsiona toda essa propaganda é divulgada com mensagens de medo. Já na Rússia, a política leninista divulgava mensagens com entusiasmo, o que encorajava a população também, mas trazia mensagens de esperança e positividade. Já no nazismo, as mensagens eram mais diretas, voltadas ao conflito, ao poder e a guerra, onde o ideal nazista estava sempre presente, de forma indireta ou explícita.
Os nazistas utilizaram muito bem o cinema, onde conseguiam reunir grande parte da população para mostrar suas idéias, que pareciam brilhantes ao olhar do público, já que eles recebiam informações da mídia como se tudo do nazismo fosse bom.
Dois filmes são muito importantes para o conceito de Hitler de criar o novo homem. No primeiro filme O RATO, mostra que a grande praga da sociedade deve ser eliminada; está praga invada o mundo, através de um “sub-mundo”, os becos, transmitindo doenças e eliminando a raça pura. No segundo filme PEQUENA GUERRA, os nazistas apontam mais uma praga, os insetos, e mostram a melhor maneira de combater esses insetos, usando gás.
O fim da propaganda de guerra e o inicio do extermínio de massas começa com essas propagandas. Os animais mais perigosos – insetos, ratos, transmissores de vírus, bactérias – deveriam ser eliminados. Com essa visão e também com as câmaras de gás, Hitler pretende eliminar os mais de 11 milhões de Judeus que compunham sua lista.

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Entre o plágio e a autoria

ARTIGO Por: Edson Alexandre Gurtat

A facilidade no encontro de informações prejudica a criação própria. Vivemos na era digital, temos tudo sobre o quisermos a apenas um clique.

Sem o estimulo de práticas de criação de textos na escola, as crianças apenas escrevem para atingir os pontos oferecidos pelas disciplinas fundamentais, sem buscar um aprofundamento maior sobre assuntos de relevância. Quando ainda no ensino fundamental, crianças foram acostumadas a buscar em livros citações completas para seus trabalhos, sendo assim, um “Control C, Control V”, que omitia a fonte. O sistema escolar, não “pontua” adequadamente a pesquisa mais aprofundada, ajuda para que a omissão da fonte seja mais freqüente, pois com pouco tempo para os trabalhos, estudantes apenas reescrevem, não se preocupam em escrever.
A falta de tempo é hoje o que leva milhares de estudantes ao plágio. Muitos começam o “copia e cola” para melhorar a construção e a estrutura de suas redações, outros para facilitar nas atividades escolares, mas todos tem em comum o fato de ter a um clique todo o conteúdo necessário. “Fica difícil não plagiar com tantas oportunidades” (GB).
A idéia de interligação textual, leva ao hipertexto, onde a leitura e a escrita se unem e se ligam a diversas possibilidades intertextuais. “A intertextualidade no hipertexto, implica a identificação, o reconhecimento de remissões a obras ou a textos, por meio de links que fazem conexões com outros textos, permitindo tecer caminhos para outras janelas” (Obdália Santana Ferraz Silva, p. 360).
Um fator relevante sobre o plágio que não devemos esquecer é que ele pode ser dividido em três modos, como explica Garschagen: plágio integral (transcrição sem citação da fonte), plágio parcial (cópia de frases de fontes diferentes para dificultar a identificação) e plágio conceitual (apropriação de um ou mais conceitos que o “autor” apresenta como se fosse seu).
Compreende-se que para a mudança desse ciclo vicioso, a construção do sujeito como autor seria fundamental, e para que isso aconteça a leitura ainda na escola necessita passar de superficial para autêntica, como coloca Chartier (1994, p.155), “A leitura escolar é artificial, praticada por meios de texto fabricados para se fazer ler, enquanto a leitura social é autêntica, praticada em situações onde o leitor sabe por que ele precisa ler”.
Construindo seus textos o autor coloca nas entrelinhas suas visões de mundo, seu posicionamento, o seu perfil como autor.
O plágio nas universidades ou ainda nas escolas pode diminuir e cessar quando ainda crianças os futuros autores sejam estimulados a pensar, criar e pesquisar; A criação de um texto necessita de inspirações, que normalmente podem vir de outros textos.

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Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Entrevista: Fernando Maleski

Por: Edson Alexandre Gurtat

O site gurtat.com entrevistou Fernando Maleski, jornalista de Cascavel, sobre como começou a escrever e para onde escreve atualmente.

gurtat.com: Quando começou a escrever e a quanto tempo escreve colunas sobre política?

Maleski: Começei a escrever 20 anos atrás, mas hoje não estou mais escrevendo coluna para jornais.
Depois de 11 anos de colunas de política, resolvi dar um tempo e investir em algo novo, livre das amarras de tempo e compromissos políticos e econômicos que toda a empresa de comunicação tem. Liberdade de expressão na imprensa só vai até a onde o cliente começa a pagar o contrato de publicidade.
Por isto, estou com o blog do maleski.

gurtat.com: Qual a repercussão do que você escreve?

Maleski: A repercussão do que escrevo é difícil para eu avaliar.
Mas se vivo disto há mais de 20 anos, deve ter alguma.
Por exemplo, o meu blog está com quase 21 mil acessos em menos de três meses. Isto dá uma média de leitura de quase 300 acessos por dia. Como é um blog ainda em fase experimental, em construção e adaptação de um estilo para outro totalmente novo. Não fiz ainda divulgação, a não ser entre os amigos... Acho que a repercussão é boa.
É lógico que nos tempos de Jornal Hoje e Gazeta do Paraná, a coluna tinha mais força.
Mas estou me esforçando para chegar lá.

Para saber mais sobre o blog do Maleski acesse o site: www.blogdomaleski.blogspot.com

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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Estão tirando a verdade da sociedade

ARTIGO Por: Edson Alexandre Gurtat

Estão tentando eliminar a exigência da formação específica em Jornalismo para o exercício da profissão dos jornalistas.
Retirar a regulamentação da profissão é tirar do povo brasileiro o acesso à informação pluralista, de credibilidade, qualidade e sem dúvida alguma informação democrática.
“O ensino superior em Jornalismo é o alicerce sobre o qual se constitui legalmente a profissão há quase quarenta anos”. Palavras reafirmadas por inúmeros jornalistas no 33º Congresso Nacional dos Jornalistas, realizado em São Paulo no mês de agosto do ano passado.

Conglomerados de comunicação tentam confundir a opinião publica sobre a importância da regulamentação da profissão que leva a verdadeira notícia aos lares do Brasil.
Desde 2001 o ministério Público Federal de São Paulo e o sindicato das empresas de rádio e televisão no estado de São Paulo (Sertesp), estão com o recurso extraordinário 511961 que tenta acabar com a regulamentação da profissão. Já conseguiram fazer com que pessoas com insuficiente formação educacional possam atuar como jornalistas.
Como hoje a imprensa (os veículos de comunicação) é capitalista, é uma empresa, podemos fazer referência a Max Weber, que comenta a imprensa como empresa. Onde a organização (o veículo) se desenvolve de forma industrial, seguindo linhas administrativas e critérios organizacionais onde tem como objetivo claro o lucro.
Visando o lucro, não regulamentar a profissão de jornalistas é o mesmo que não seguir sindicato algum. Se qualquer pessoa, com ou sem escolaridade pode ser jornalista, paga-se quanto quiser, e manda-se quanto quiser.
Quem não precisa seguir um código de ética, pode escrever como e o que quiser, para onde quiser.
Max também afirma sobre a população ter o direito a informação pluralista, de qualidade.
O que nos remete a regulamentação da profissão, onde um jornalista formado que passou pela universidade e tem embasamentos práticos e teóricos pode assegurar ao público o espaço às diversas opiniões ou versões de um mesmo fato.



O jornalista tem o dever e a obrigação de levar as diversas opiniões para a população sobre um mesmo acontecimento, por isso segue um código de ética.
Quando esse código não precisar mais ser seguido o Brasil e sua sociedade podem estar condenados a pagar um preço caro por isso.
A mídia do país pode mergulhar em um amadorismo e um nível muito alto de precarização da informação, tanto na informação oferecida pela imprensa, quanto nas relações de trabalho nas empresas de comunicação.
A população, no entanto quer jornalistas com diploma. Segundo dados da pesquisa de opinião nacional feita pelo instituto Sensus e divulgada no dia 22 de setembro do ano passado, a população brasileira é a favor da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. A pesquisa informou que 74,3% dos entrevistados de todo o Brasil se disseram a favor do diploma e apenas, 13,9% contra.
A conquista da obrigatoriedade do diploma não é apenas dos jornalistas e estudantes de jornalismo, mas também de toda a sociedade.
Agora resta esperar que o Supremo Tribunal de Justiça (STF) faça valer a opinião da população brasileira e não de interesses de conglomerados de comunicação.

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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Twitter

ARTIGO Por: Edson Alexandre Gurtat

Chegou o melhor candidato para se tornar a mais nova febre da Internet brasileira. O microblog de 140 caracteres por mensagem. Assim como aconteceu com o Orkut e acontece com quase todos os fenômenos pop, o Twitter foi aderido pela grande massa; no Brasil o site cresceu 52,8% de janeiro para fevereiro deste ano e já passou da sua fase de estréia, quando era conhecido apenas por early adopters (adeptos a novidades). Ganhou um grande ajudante em sua divulgação no Brasil, a revista Época, que trouxe em sua edição de número 565 uma reportagem de capa sobre o Twitter. Depois da publicação da revista para cá o crescimento foi ainda maior, quem não tinha o twitter está fazendo e quem era early adopters está se “twittercidando” (deixando o Twitter), fenômeno que se repete quando a massa invade sites que eram conhecidos por poucos.

Twittercidismo ou orkutcídio está se tornando constante na WEB brasileira, antigos usuários do orkut se mudaram para o Facebook e MySpace, e agora vem acontecendo também com o Twitter. Os desbravadores do microblog já protestaram e pediram que a divulgação do Twitter no Brasil fosse interrompida pelos meios de comunicação.
Em entrevista recente o diretor-geral do MySpace no Brasil, Emerson Calegaretti, explicou que os early adopters usam os sites de relacionamento como símbolo de status; pertencer a sites que ninguém conhece é ser um desbravador, um conhecedor de mistérios herméticos que os demais ainda não conhecem.
Mas até quando os twittercídios vão acontecer? O Brasil é um país com proporções de continente, o que é bom e gratuito arrasta multidões por aqui, e o Twitter chegou para isso.
Diferentemente do orkut o microblog tem 3 comandos que nos dão privacidade diferenciada, proteção à invasão de conteúdos não solicitados e direito de escolha: Block, unfollow e follow.
Se você quiser receber spam, propagandas ou anúncios terá de segui-los, assim como quem quiser saber sobre você deverá te seguir; Esta é a grande vantagem do twitter: siga o que você quiser.
Com a chegada da massa ao twitter chega também um tsunami de comunicação diferenciada: em breve os jornais da Globo farão reportagens sobre o twitter, programas de TV lerão Twitter ao vivo, sites com estilo do Twitter vão surgir. O Twitter modismo já chegou em alguns meios de comunicação: programas da rádio CBN já podem ser acessados via Twitter, Obama desde sua campanha já envia mensagens via o Twitter e Marcelo Tas (CQC) é o brasileiro com mais seguidores no Twitter.
Agora, se você não quiser ficar fora do mais novo fenômeno em site de relacionamentos mundial abra uma conta no Twitter e venha Twitterteclar.

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Sábado, 14 de Março de 2009

Hora do Planeta – 28 de Março

Por: Edson Alexandre Gurtat

A ONG WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 deste mês, às 20h30, no qual todos são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

Criado pelo WWF-Austrália em 2007, o movimento surgiu como forma de inspirar as pessoas a tomarem decisões diante das mudanças climáticas.
“Daremos uma hora do nosso tempo ao planeta, apagando as luzes” informa o WWF-Brasil em seu site.
O movimento que chegou a 35 países no ano passado, chega ao Brasil para alertar que a derrubada de florestas faz com que sejamos o 4º país no ranking global de emissores de gases do efeito estufa. O desmatamento é responsável por cerca de 75% de nossas emissões de CO2.
A WWF acredita que o Brasil como a 9ª maior economia do planeta, é uma potência dentre os países emergentes e um líder nas negociações internacionais sobre mudanças climáticas.
Outras informações pelo site: www.wwf.org.br

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